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Moda & Cinema

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A moda e o cinema sempre andaram juntos. Quem nunca teve vontade de comprar aquele figurino maravilhoso de Titanic?  Ou o vestido da bonequinha de luxo?

Mas pra que serve um figurino afinal?

O cinema de início tinha como principais funções registrar acontecimentos e narrar histórias. Por ser um registro de imagens, ele também é visto como uma das principais fontes de pesquisa de moda. De início o figurino não era tão importante, mas a partir do momento em que os filmes passaram a ter uma produção mais cuidadosa, o figurino começou a ser primordial, trazendo os personagens para a realidade e documentando as histórias e as vestimentas. Expressando e transmitindo a primeira ideia e características sobre os personagens, a trama e a época para os espectadores, que até alguns anos atrás era mudo e monocromático.

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A moda e o cinema tem uma conexão muito grande, são vendedores de sonhos. E é por isso que o cinema com o tempo deixou de ser apenas uma referência de moda e comportamento para ser também uma vitrine. A roupa do personagem se tornou um sonho de consumo. Os trajes e costumes dos atores viraram tendência. Porém é sempre bom manter a sintonia do figurino com o elenco, o cenário e o tempo, mesmo que cada pessoa tenha uma sensação diferente.

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Conclusão, a moda e o cinema fazem parte da vida de muitas pessoas, seja como inspiração ou identificação. Vale a pena lembrar que o XIII Sigbol Tesoura de Ouro: Figurinos de Cinema está em exposição percorrendo por vários shoppings, linhas de metrô, etc… e você? Tá esperando o que pra fazer uma visita?

Mais informações sobre a exposição em: www.sigbolfashion.com.br

exposição

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Por Paola Sanguin, professora do núcleo de criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1, 2, 3, 4, 5, 6. Manual História da Moda Sigbol Fashion

Qual o papel do Visual Merchandising numa empresa de moda?

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Pouco se sabe sobre esta poderosa ferramenta de vendas, o que para algumas empresas pode ser considerado um luxo desnecessário, outras tem o V.M como centro dos seus negócios e garantem que é parte integrante do Marketing, encantando, seduzindo e acima de tudo vendendo.

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Vale ressaltar que os conceitos técnicos de V.M são universais, o que pode ser alterado é o posicionamento, estratégia ou tática da empresa. A corporação deve ter consciência de onde está, onde deseja chegar, em quanto tempo e quanto de investimento dispõe.  Estas são medidas necessárias para o desenvolvimento de um projeto de V.M. Não podemos esquecer que mudança de cultura leva tempo é preciso ter paciência, persistir, talvez o mais importante seja entender que as pessoas são peças chaves no processo.

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Um profissional de V.M deve analisar relatórios de vendas e com base nisso desenvolver as ações fundamentadas com números e necessidades, rentabilizando a área de vendas, incentivando a venda por impulso e aumentando o valor do ticket médio.

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O V.M utiliza da arquitetura, design, iluminação, cores, mobiliário, layout para ambientar e aclimatar o PDV, ele pensa antes para que o cliente não precise pensar, antecipando suas necessidades e despertando o desejo por compra.

Depois dos colaboradores, o produto, é nosso maior patrimônio, e é a matéria prima do V.M que deve colocar o produto ao alcance do consumidor no melhor ponto, com a exposição adequada, na quantidade certa, com tudo limpo, com equipamento abastecido e precificado. Tudo isto é muito importante para atender um cliente cada vez mais exigente.

O V.M encanta, seduz e, acima de tudo, VENDE!!!

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Por  Nasser Salim Junior –  Professor do curso de Vitrine & Visual Merchandising da Sigbol Fashion

Referência: 1.