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Sapatos e Bolsas: combinar ou não?

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Para as mais antenadas na moda é mais interessante e fashion, usar bolsas e sapatos de cores diferentes. Mas não podemos considerar visualmente errado algumas produções com estes acessórios em cores iguais, tudo depende, é claro, de uma análise do look inteiro. Não existem regras para compor um look legal, mas existem maneiras para te ajudar a chegar lá. Imagina você chegando naquela festa, com seu look despretensioso, esbanjando estilo e passando a impressão de que nem pensou muito para montar aquele visual, você apenas, vestiu, saiu e arrasou! Uiiiiiiii!

  • Acessórios – Sapatos e bolsas:

Neutros:painel sapato neutrodColoridos:

painel sapato colorido

Estampados e texturizados:

painel estampado

Existem algumas maneiras de construir look´s sem parecer “conjuntinho” demais, por exemplo:

  • Use bolsas e sapatos coloridos, estampados ou texturizados com um look de cores mais neutras. Os acessórios coloridos podem se tornar o foco fashion do seu look monocromático.46
  • Use look´s coloridos com acessórios coloridos.27
  • Combine as cores usando o círculo cromático, ou  se usar uma peça estampada, a cor do acessório deve ser coordenada, ou seja, ter pelo menos uma cor em comum.

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  • Combine estampa com estampa (look+sapato): para ficar mais harmônico use as estampas de cores compatíveis, mas uma das  estampas deve ser dominante, isto é deve ser mais importante na composição do visual.

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Gostou? Continue nos acompanhando, e divirta-se coordenando seus look´s. Não fique no pretinho ou neutro básico nos acessórios, ouse mais!

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Por, Crislaine Lima professora do Núcleo de Criação da Sigbol Fashion.

Referências: 1,  23,  4,  56789101112131415.

Manual Sigbol Fashion Arte de Vestir.

Golas: um acessório criativo para o frio.

Que tal experimentar trocar seu cachecol por uma gola, apesar de serem bem parecidos, as golas são mais práticas, charmosas e existem modelos diferenciados como por exemplo as de dupla face.

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Se você tiver um pouco de conhecimento de costura ou tricô facilmente saberá confeccionar a sua, elas são feitas tanto de tecido quanto de lã o material é de sua preferência, basta buscar algo quentinho. A modelagem se baseia em um retângulo, a medida é de acordo com o tamanho de seu tecido e quantas vezes quer que ele fique envolto do seu pescoço.

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E os homem podem e devem entrar nessa onda, sabendo usar vão obter muito charme e ainda estarão se aquecendo.

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A forma de utilizar é bem justa ao pescoço, para realmente aquecer ou apenas para ficar mais despojado, dependendo da proposta de cada look e de acordo com o frio, podendo até cobrir cabeça e ombros.

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Depois de tantas opções ao menos uma, se não todas, deve ter te conquistado, agora é só aproveitar sua criatividade para ficar quentinho com estilo.

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Por Nayara Diniz, professora do Núcleo de Modelagem da Sigbol Fashion.

Referências: 1234567 e 8.

Como surgiu o Boyish Style?

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Segundo a história ocidental, existiram muitas mulheres que adotaram peças ou todo um visual masculino ao se vestirem, mas até o século 20, a coisa se restringia a poucas mulheres altamente priFoto 1vilegiadas a quem a sociedade tolerava como algo que considerava um “traje excepcional”.

Antigamente caso uma mulher usasse roupas de homem era uma grande exceção, tolerada apenas se fosse uma rainha ou uma mulher extremamente influente, rica e independente. Se não fosse por isso, uma mulher que usasse roupas masculinas provavelmente era marginalizada, agredida ou morta. Joana d’Arc (1412-1431), foi uma heroína francesa da Guerra dos Cem Anos, foi acusada de bruxaria e queimada viva.

Um dos casos mais famosos foi o da Rainha Cristina da Suécia (1626-1689). Era uma época em que as mulheres usavam espartilhos estruturados com ossos de baleia, vestidos pesados cheios de detalhes decorativos e penteados elaborados. Ela usava cabelos soltos, rosto lavado e roupas sóbrias folgadas, cavalgava usando roupas masculinas e chegou a comandar tropas vestida como homem em várias das muitas batalhas que ocorreram durante seu reinado, no qual a SuéFoto 2cia conquistou a condição e respeito de estado independente da Noruega e da Dinamarca. Além de rainha, Cristina também foi uma mulher culta, gostava de artes e ciência, e foi amiga do filósofo René Descartes. Nunca se casou, mas boatos revelam que teve um romance com Dom Antonio Pimentel de Prado, embaixador da Espanha, que se supõe ter sido a razão de ter se convertido ao Catolicismo. Em 1654, Cristina renunciou ao trono sueco e fugiu para Roma disfarçada de homem, passando-se por um aristocrata chamado Conde Dohna, e viveu na Itália pelo resto de seus dias. Ao longo dos séculos sua história popularizou através de teatros e cinemas, onde foi sempre mostrada como uma mulher de caráter forte em roupas de homem.

Outro caso foi o de Amandine Dupin, baronesa de Dudevant (séc. IX). A aristocrata e intelectual Srta. Dupin  se destacou por fazer parte de um grupo Foto 3de artistas e escritores do movimento romântico, tendo sido amante de alguns deles. Ela usava o nome artístico de George Sand (um nome masculino, pois na época dificilmente uma editora seria respeitada pelo público se revelasse que era mulher) e teve reconhecimento como romancista. Uma precursora do Feminismo, na juventude usava com frequência roupas masculinas e cabelos curtos.

Já no Ocidente, apesar desses casos, uma mulher usando peças ou trajes completos masculinos  era considerado muito mais uma exceção ou extravagância do que moda.

boysHoje em dia as mulheres têm evoluído e modificado a sua forma de vestir mas, essas mudanças têm sido intensamente acentuadas! Desde os cortes de cabelo às roupas ou até mesmo aos sapatos, existe uma tendência que tem estado mais do que presente nos grandes desfiles por todo o mundo, com apenas detalhes andróginos. O BOYISH STYLE!

Foto 4As peças masculinas não precisam te transformar em um homem, basta ser apenas inspirada no armário deles. Por isso, quando falamos em blazer, camisa e calça social, podem ser peças que são mais acinturadas para valorizar o corpo. Uma forma totalmente alternativa, e casual de se vestir.

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Por Paola Sanguin, professora do Núcleo de Criação Sigbol Fashion

Referências: 1, 2, Manual História da Moda Sigbol Fashion.